quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Você conhece o programa Família Acolhedora?

Estão abertas as inscrições para famílias interessadas em participar do programa Família Acolhedora. O objetivo do programa é acolher crianças que tiveram direitos violados e precisam de proteção. Ao invés de ficar em um abrigo público, enquanto aguarda a definição de processos judiciais relativos a sua guarda, a criança pode ser acolhida por famílias. Não se trata de adoção, mas de acolhimento temporário, fundamental e oferecido no momento em que a criança mais precisa.

Ouça o relato do casal participante do programa: Maria Bernadete Fabiani e Adimar Fabiani. Eles são participantes do programa e motivam outras famílias a participarem. "Eu vejo o sinal de Deus nas crianças e deixo esse recado: é hoje que essas crianças precisam desse amor, carinho, de uma família", declarou Maria.




Os critérios para participar do programa são:

- Idade mínima 21 anos, não havendo restrição quanto ao seu sexo e estado civil;

- concordância de todos os membros da família acolhedora que sejam maiores de 12 (doze) anos;

- possuir disponibilidade de tempo, além de demonstrar interesse em oferecer proteção e afeto às crianças e/ou adolescentes;

- residir no mínimo há 1 (um) ano no Município de Guarapuava, sendo vedada a mudança de domicílio para outro Município durante o desempenho das atividades correlatas ao Serviço de Acolhimento;

- deve(m) ser dotado(s) de idoneidade moral, apresentar boas condições de saúde física e mental, e demonstrar estar(em) interessada(s) em ter sob sua responsabilidade crianças e/ou adolescentes, zelando pelo seu bem-estar;

- não apresentar(em) problemas psiquiátricos ou de dependência de substâncias psicoativas;

- participar do processo de habilitação e das atividades do Serviço;

- não manifestar(em) interesse na adoção da criança e/ou adolescente participante do Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora (declaração conforme modelo fornecido pelo Serviço);

- não estar(em) inscrito(s) no Cadastro Nacional de Adoção;

- apresentar parecer psicossocial favorável, expedido pela equipe interdisciplinar do Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora, elaborado a partir de instrumentais técnicos operativos, conforme disposto em protocolo próprio aprovado pelo Conselho Municipal de Assistência Social – CMAS e pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente – COMDICA;

- apresentar diversos documentos.

Todas as regras e informações estão disponíveis clicando aqui.

Com informações de Central Cultura.
Postado por: Cléber Moletta.

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