terça-feira, 25 de agosto de 2015

Com coração ainda batendo, criança abortada tem cérebro arrancado para ser vendido nos EUA

Com coração ainda batendo, criança abortada tem cérebro arrancado para ser vendido nos EUA

Novo vídeo da série de denúncias contra a Planned Parenthood traz o relato de uma ex-funcionária, que descreve a coleta do cérebro intacto de um menino abortado tardiamente e cujo coração ainda estava batendo depois do aborto.
O sétimo vídeo da série de denúncias contra a Planned Parenthood (PPFA), divulgado na semana passada, é, sem dúvidas, o mais perturbador de toda a série. O vídeo traz o relato surpreendente de uma ex-funcionária ligada à PPFA, que descreve a coleta do cérebro intacto de uma criança do sexo masculino, que tinha sido abortada tardiamente e cujo coração ainda estava batendo depois do aborto.
Trata-se do terceiro episódio do documentário Human Capital ["Capital Humano"]. A produção, realizada por The Center for Medical Progress (CMP), reúne entrevistas com especialistas, relatos de testemunhas oculares e gravações de câmeras escondidas para explorar diferentes facetas do tráfico de tecidos de fetos abortados mantido por Planned Parenthood. A série tem focado o testemunho pessoal de Holly O'Donnell, ex-técnica para coleta de sangue e tecidos da empresaStem Express, uma organização de biotecnologia que, até duas semanas atrás, estava associada a duas grandes afiliadas da PPFA no norte dos Estados Unidos. A companhia trabalha para obter partes de fetos abortados e revendê-los para a realização de experimentos científicos.
O'Donnell narra a coleta de órgãos – ou "ceifa", melhor dizendo – de um feto abortado tardiamente e com todo o corpo praticamente intacto. Tudo aconteceu em uma clínica da PPFA em San José, na Califórnia. "'Ei, você quer ver uma coisa bem legal?'", disse a sua supervisora. "Então, ela tocou o coração e ele começou a bater. E eu, sentada e olhando para aquele feto, com o seu coração batendo, não sabia o que pensar", conta.
A clínica de San José realiza abortos até 20 semanas de gravidez. Em relação às batidas do coração do feto abortado – diz O'Donnell –, "eu não sei se isso constitui uma morte técnica, ou se o bebê ainda está vivo".
O'Donnell também conta como a sua supervisora a instruiu a cortar transversalmente o rosto do feto a fim de colher o seu cérebro. "Ela me deu a tesoura e disse que eu tinha que cortar até embaixo no meio do rosto. Eu não consigo sequer descrever como é isso", ela diz.
O vídeo também contém declarações do dr. Ben Van Handel, diretor executivo da Novogenix Laboratories – companhia de coleta de órgãos de Los Angeles –, e de Perrin Larton, gerente da ABR – a mais antiga companhia de coleta e parceira de várias filiais da PPFA. Van Handel admite que "há vezes, depois que o procedimento é feito, em que o coração realmente ainda está batendo" e Larton descreve ter visto abortos onde "o feto já estava no canal vaginal quando colocamos a paciente nos estribos, e ele simplesmente caía".
David Daleiden, o autor das denúncias feitas por CMP, condena o "absoluto barbarismo da prática do aborto e do comércio de partes de bebês mantido por Planned Parenthood, no qual fetos saem algumas vezes intactos e vivos". "Planned Parenthood é uma organização criminosa de alto a baixo – ele diz – e deve ser imediatamente privada do financiamento dos contribuintes e processada por suas atrocidades contra a humanidade".
Embora o aborto seja liberado nos Estados Unidos desde a fatídica decisão Roe versus Wade, em 1973, as recentes denúncias da venda e manipulação de fetos abortados pela PPFA têm acendido um alarme em várias partes do país. Cinco estados norte-americanos já desfizeram qualquer ligação com a Planned Parenthood. No último fim de semana, um protesto nacional contra a organização foi convocado em mais de 350 cidades do país. Milhares de cidadãos e famílias inteiras se reuniram em frente a clínicas de aborto para dizer "não" ao aborto e ao tráfico de partes de bebês abortados mantido por Planned Parenthood.
Trata-se do importante despertar de uma nação para a crueldade do "holocausto silencioso" que acontece em seu território. De fato, estima-se que, desde a decisão judicial que legalizou o aborto nos EUA, mais de 55 milhões de abortos foram realizados no país. Esse número – absolutamente incomparável a qualquer outro evento da história dos Estados Unidos e absurdamente superior a qualquer genocídio em massa provocado no século XX – mostra com que ódio e violência a sociedade moderna tem tratado os seus membros mais frágeis: tortura, pena capital e lata de lixo.Nunca a vida humana valeu tão pouco.

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