segunda-feira, 10 de agosto de 2015

2º ENCONTRO - SEXUALIDADE: DOM DE DEUS

2º Encontro - Sexualidade: Dom de Deus.

Ef  5, 25-31

Maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo também amou a Igreja e se entregou por ela, a fim de santificar pela palavra aquela que ele purifica pelo banho da água. Pois ele quis apresentá-lá a sim mesmo toda bela, sem mancha nem ruga ou qualquer reparo, mas santa e sem defeito. É assim que os maridos devem amar suas esposas, como amam o seu próprio corpo. Aquele que ama sua esposa está amando a si mesmo. Ninguém jamais odiou sua própria carne. Pelo contrário, alimenta-a e a cerca de cuidado, como Cristo faz com a Igreja; e nós somos membros de seu corpo! "Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher, e os dois serão uma só carne". 

Pontos principais: 
Nossa origem, com dois sexos diferentes e complementares, e a vocação ao amor, à comunhão e à vida são um único e mesmo momento. Nas palavra do Papa Francisco: "Esta é a história do amor, a história da obra prima da criação". No centro desse chamado a amor, está o chamado de Deus: "Sede fecundos e multiplicai-vos" (Gn 1,28). A união dos cônjuges, por intermédio do corpo, também é um chamado para viver como pai e mãe.
Muito ensinos morais de Cristo e, portanto, a ética católica, são exigentes. A doutrina católica sobre a homossexualidade deve ser entendida sob essa ótica. As pessoas atraídas pelo mesmo sexo são chamadas a viver a vida de castidade pela continência. E todos os católicos devem abandonar os medos e evitar a discriminação injusta, a fim de receber as pessoas homossexuais à comunhão de amor e verdade dentro da Igreja.

"O amor, que se alimenta e se exprime no encontro do homem e da mulher, é dom de Deus; é, por isso, força positiva, orientada à sua maturação enquanto pessoas."  (Conselho Pontifício para a Família, Sexualidade humana: verdade e significado, n. 3)

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