segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

"Sal da terra e luz do mundo."

      Bom dia Povo de Deus! Alguns dias atrás me deparei com uns jovens conversando em um ambiente público, um deles falava sobre nomes de bancos e fez questão de dizer que foi seu pai que o ensinou sobre tais. Naquela semana, a sagrada Liturgia nos apresentou o Senhor Jesus sendo levado, ainda menino, por José seu pai adotivo e por Maria sua mãe, ao templo, (mesmo sendo Deus ele se fez participar de todos os rituais de seu tempo). Aí fiz a seguinte pergunta para mim mesmo. (sem julgar a conversa, pois não compete a mim fazê-la), será que os pais destes jovens ensinaram o caminho do “banco” mais importante para suas vidas, ou seja, o “banco” de um templo, de uma igreja? Ainda ontem, a riqueza da Liturgia católica nos lembrou do “sal da terra e luz do mundo”, da importância de sermos cristãos de verdade, que dá sabor onde tudo parece estar perdido, sem Deus. O mundo globalizado, onde tudo é “para ontem” muitas vezes nos impede de refletirmos sobre tais situações. Um dia destes, aconteceu uma campanha virtual, onde arrecadou um bom montante para quitar dívida de uma pessoa, condenado por corrupção. Meu Deus, quanta coisa ainda precisaremos passar?  Fazemos doações para pessoas com dívidas com a “justiça dos homens”, mas fazemos cara feia e até falamos bobagem quando Deus nos fala da experiência do Dízimo, como fonte de sustentação da evangelização.  Ser sal e luz para o mundo também passa por desafios pessoais, eclesiais e sociais. Somente o seremos se estivermos em sintonia com o Deus da Vida. Passando por “bancos” que realmente nos ajudem a transformar as estruturas atuais. Boa semana a todos, na paz do nosso Deus.
Guarapuava, 10/02/2014.
Por Antonio Carlos Matoso Campos, Paróquia Santos Anjos       

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